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Quem é Cristiane Brasil, a nova ministra do Trabalho O anúncio foi feito pelo pai, um dos condenados no escândalo do "mensalão" e então deputado federal Roberto Jefferson: a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) será a nova ministra do Trabalho. Ela assume o lugar de Ronaldo Nogueira, que pediu demissão no último dia 27 alegando que irá se dedicar à sua campanha pela reeleição à Câmara dos Deputados. 
Alerj lança Frente Parlamentar de Apoio à Indústria Naval A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro instalou nesta terça-feira (19/09) a Frente Parlamentar em Apoio à Indústria Naval e Offshore. Em sessão no plenário da Casa, o deputado Waldeck Carneiro (PT), frisou que a Frente poderá provocar a bancada federal do Rio de Janeiro para alocar recursos de investimentos no Fundo de Marinha Mercante voltados para a indústria naval já em 2018 e que marcará agendas com o Conleste, Petrobras e Transpetro para discutir viabilidades de retomada do setor.
Deputados entram na briga pela retomada do setor naval no Rio Metalúrgicos de Niterói, Rio de Janeiro e Angra dos Reis definiram a de lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria e dos Empregos no Setor Naval. A Frente inicia os trabalhos no dia 19 de setembro no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), às 10h.

ANP publica até novembro resolução que altera regras de conteúdo local para contratos em vigor

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A Agência Nacional do Petróleo (ANP) pretende publicar entre outubro e novembro uma resolução que permitirá empresas petroleiras com contratos em vigor a aderir às novas regras de conteúdo local, aprovadas no início do ano pelo governo federal. A informação é do diretor-geral da ANP, Décio Oddone, que lembra ainda que a proposta está em consulta pública até o dia 18 de setembro, e que a audiência pública está prevista para o dia 3 de outubro.

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CUT-RJ realiza debate sobre impactos da reforma trabalhista

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A Central Única dos Trabalhadores do Rio de Janeiro (CUT-RJ) realizará na quarta-feira (23), a partir das 9h30, um seminário para debater “Os impactos da reforma trabalhista” sobre os trabalhadores. O evento acontecerá no auditório do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro (av. Pres. Vargas, 502, 21º and., Centro, Rio de Janeiro).

 

“A legislação trabalhista que entra em vigor a partir de novembro retira uma série de direitos dos trabalhadores. Além disso, deixa-os a mercê do que decidir os empresários ao inibir o acesso e limitar o poder da Justiça do Trabalho e dos sindicatos. Temos que nos preparar para isso e mostrar para a população que deputados e senadores votaram contra os trabalhadores”, disse Gentil Ramos, secretário adjunto de Relações do Trabalho da CUT-RJ e de Relações Sindicais do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense.

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Transpetro quer fugir da responsabilidade

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A 10ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho agendou audiência para julgar o Recurso Ordinário da Ação Coletiva nº 0011078-98.2014.5.01.0243 que busca a liberação dos R$ 18 milhões arrestados dos Estaleiros Eisa Petro Um/Mauá e a manutenção da condenação da Transpetro para o próximo dia 23 de agosto, às 10h, no TRT, no centro do Rio.

Nesse julgamento, o principal fato é conseguir manter a Transpetro com devedora solidária das verbas rescisórias dos trabalhadores. A estatal tenta argumentar que não pode figurar como parte/réu. Além de pedir uma solução imediata para a situação dos ex-funcionários, o Sindicato vai também defender a manutenção da Transpetro no processo.

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Mauá pode virar armazém de mercadorias

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Para tentar driblar a crise no setor naval, estaleiros de Niterói estão recorrendo à prestação de outros serviços, além da montagem e reparos de embarcações. A armazenagem de mercadorias foi uma alternativa encontrada pelo Estaleiro Mauá, localizado na Ponta da Areia, que publicou ontem o pedido de liberação ao Governo do Estado para que comece a operar como um armazém geral de mercadorias.

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Lava Jato é ainda mais perversa para o emprego do que políticas de Temer

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O impacto da Operação Lava Jato e das políticas do governo Michel Temer na economia do país e no crescimento do desemprego é brutal. Quando a Lava Jato foi deflagrada, em março de 2014, o IBGE apontava taxa de desemprego no Brasi de 7,1% no trimestre encerrado naquele mês. Eram 7 milhões de desempregados. Hoje, a taxa no período encerrado em junho chega a 13%, com 13,5 milhões de pessoas sem emprego. Niterói sente na pele o impacto. No setor naval foram mais de 12 mil demissões. Dois estaleiros já encerraram as atividades.

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