Greve Geral: trabalhadores de Niterói dão exemplo de resistência

Imprimir
PDF

 

A greve geral desta sexta-feira (30/6) mobilizou diversas categorias de trabalhadores de Niterói e região em uma nova mobilização marcada por atos, passeatas e bloqueios em protestos contra as reformas da previdência e trabalhista, o projeto de terceirização do governo golpista de Michel Temer (PMDB) e pelas Diretas Já. Diretores do sindicato participaram dos atos desde as primeiras horas do dia.

 

O movimento foi convocado pelas centrais sindicais e movimentos sociais. Assim como a última paralisação, que aconteceu no dia 28 de abril, os trabalhadores protestaram em todo estado. Diversos sindicatos de Niterói aderiram à greve, e já no início da manhã, diversas vias foram bloqueadas.

Por volta das 5h40, a BR 101, na Avenida do Contorno, na altura da Auto Viação 1001, foi bloqueada. Na estação das barcas, na Praça Arariboia, a manifestação começou antes da cinco da manhã.

A concessionaria CCR, responsável pela operação das barcas, afrontou os trabalhadores e conseguiu na Justiça uma liminar que previa multa de R$ 50 mil para as entidades que bloqueassem o acesso à estação. Além disso, um aparato policial ocupava parte da frente das barcas desde as primeiras horas da madrugada.

Uma grande passeata também percorreu as ruas do centro de Niterói com palavras de ordem e um ato final em frente à Câmara de Vereadores, na Avenida Amaral Peixoto. No período da tarde, por volta das 15h, um novo ato está programado em frente às barcas onde os trabalhadores vão concentrar para a manifestação na Candelária, no centro do Rio, marcada para as 17h.

 

Na Ponte Rio-Niterói, um protesto bloqueou a descida da ponte para a Avenida Brasil, na altura do Into. Os rodoviários da Viação Coesa, que sai de São Gonçalo em direção ao Centro do Rio, não saíram das garagens.

Fonte: Imprensa