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Quem é Cristiane Brasil, a nova ministra do Trabalho O anúncio foi feito pelo pai, um dos condenados no escândalo do "mensalão" e então deputado federal Roberto Jefferson: a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) será a nova ministra do Trabalho. Ela assume o lugar de Ronaldo Nogueira, que pediu demissão no último dia 27 alegando que irá se dedicar à sua campanha pela reeleição à Câmara dos Deputados. 
Alerj lança Frente Parlamentar de Apoio à Indústria Naval A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro instalou nesta terça-feira (19/09) a Frente Parlamentar em Apoio à Indústria Naval e Offshore. Em sessão no plenário da Casa, o deputado Waldeck Carneiro (PT), frisou que a Frente poderá provocar a bancada federal do Rio de Janeiro para alocar recursos de investimentos no Fundo de Marinha Mercante voltados para a indústria naval já em 2018 e que marcará agendas com o Conleste, Petrobras e Transpetro para discutir viabilidades de retomada do setor.
Deputados entram na briga pela retomada do setor naval no Rio Metalúrgicos de Niterói, Rio de Janeiro e Angra dos Reis definiram a de lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Indústria e dos Empregos no Setor Naval. A Frente inicia os trabalhos no dia 19 de setembro no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj), às 10h.

Navios do Promef estão inacabados no Estaleiro Mauá

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Nas instalações do Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ), três navios-tanque, do tipo Panamax, permanecem com as obras paralisadas e com destino incerto. A construção das embarcações foi contratada pela Transpetro, a subsidiária de logística da Petrobras, ao Eisa Petro Um, sociedade de propósito específico ligada ao Synergy Shipyard, do empresário German Efromovich. Os navios fazem parte do Programa de Expansão e Modernização da Frota (Promef), lançado pela Transpetro na gestão do ex-presidente da empresa, Sérgio Machado, que se tornou delator na Operação Lava Jato.

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Petrobras vai desembolsar R$ 10 bi para norte-americanos e não tem R$ 100 milhões para pagar trabalhadores

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Os trabalhadores metalúrgicos de Niterói foram surpreendidos nesta quarta-feira (03/01) com a notícia de que o presidente da Petrobras, Pedro Parente, liberou o pagamento de créditos no valor de R$ 10 bilhões a investidores norte-americanos num acordo fechado com a Justiça dos Estados Unidos.

No Brasil, a empresa deixa os trabalhadores à míngua utilizando de todos os recursos jurídicos possíveis para não pagar as indenizações de cerca de três mil metalúrgicos demitidos pelo Estaleiro Eisa Petro Um (Mauá), em Niterói (RJ), responsável pela construção de navios para a Transpetro.

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Recuperação Judicial da UTC divulga lista de credores

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O Sindicato cobra na justiça o pagamento das indenizações aos trabalhadores do estaleiro UTC que entrou em recuperação judicial que abrange todas as suas empresas no país.

Na última semana, saiu a relação de credores do administrador judicial que foi publicada pela imprensa oficial em 15/12/2017 (DJE de 14/12/2017), conforme arquivo abaixo. O processo corre na Justiça de São Paulo.

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Reunião na Holanda debate saídas para a crise do setor naval

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Representantes do setor naval mundial se reuniram no fim de outubro em Rotterdam, na Holanda, para discutir os rumos da indústria em todo mundo. Participaram representantes de Brasil, Argentina, Austrália, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Japão, Coréia, Holanda, Noruega, Cingapura, Reino Unido e EUA. A reunião foi organizada pela filial holandesa da IndustriALL Global Union, FNV Metaal. O Brasil foi representado pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), através do diretor Edson Rocha que também presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e Itaboraí.

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ANP muda proposta para flexibilizar conteúdo local, mas tem pegadinha

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sugeriu aumentar de 25% para 40% a exigência de conteúdo local para construção de plataformas, no âmbito da proposta de flexibilização das regras de nacionalização de bens e serviços para contratos de exploração e produção anteriores a 2017 — conhecido como “waivers” de conteúdo local. A sugestão foi divulgada na manhã desta segunda-feira pelo diretor-geral a autarquia, Décio Oddone.

A mudança está na parte que trata das unidades estacionárias de produção (UEP), basicamente as plataformas de produção. A proposta anterior previa um índice global de 25% (idêntico ao praticado nas regras dos leilões realizados este ano). A nova proposta sugere a divisão desse segmento em três subgrupos (engenharia, máquinas e equipamentos, e construção, integração e montagem), todos com exigência de 40%.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e Itaboraí alerta para uma pegadinha que pode levar os estaleiros brasileiros à quebradeira. "Quando se fala em divisão por segmentos e deixa de fora a construção de cascos dos navios-plataformas e isso vai provocar um desmonte dos estaleiros que construíram diques gigantes. A medida ainda permite um retrocesso de 20 anos quando o Brasil construía módulos de plataforma em qualquer canteiro e comprava cascos velhos e usados de outros países para operar nas bacias do petróleo brasileiro", afirma Edson Rocha, presidente do Sindicato e membro do Fundo de Marinha Mercante, responsável por financiar a construção de navios no país.

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