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Reunião na Holanda debate saídas para a crise do setor naval Representantes do setor naval mundial se reuniram no fim de outubro em Rotterdam, na Holanda, para discutir os rumos da indústria em todo mundo. Participaram representantes de Brasil, Argentina, Austrália, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Itália, Japão, Coréia, Holanda, Noruega, Cingapura, Reino Unido e EUA. A reunião foi organizada pela filial holandesa da IndustriALL Global Union, FNV Metaal. O Brasil foi representado pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), através do diretor Edson Rocha que também presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e Itaboraí.
Participe da campanha pela anulação da Reforma Trabalhista
Continua crescendo em volume e abrangência a Campanha Nacional pela Anulação da Reforma Trabalhista, com adesões em todas as regiões do Brasil. Os metalúrgicos de Niterói podem participar do abaixo assinado no Sindicato.   A iniciativa visa anular a reforma trabalhista aprovada pelos golpistas, que começa a valer no país no próximo dia 11 de novembro. São necessárias 1,3 milhões assinaturas para que o Projeto de Lei de Iniciativa Popular seja protocolado e começe a tramitar na Câmara dos Deputados.
Alerj lança Frente Parlamentar de Apoio à Indústria Naval A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro instalou nesta terça-feira (19/09) a Frente Parlamentar em Apoio à Indústria Naval e Offshore. Em sessão no plenário da Casa, o deputado Waldeck Carneiro (PT), frisou que a Frente poderá provocar a bancada federal do Rio de Janeiro para alocar recursos de investimentos no Fundo de Marinha Mercante voltados para a indústria naval já em 2018 e que marcará agendas com o Conleste, Petrobras e Transpetro para discutir viabilidades de retomada do setor.

ANP muda proposta para flexibilizar conteúdo local, mas tem pegadinha

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sugeriu aumentar de 25% para 40% a exigência de conteúdo local para construção de plataformas, no âmbito da proposta de flexibilização das regras de nacionalização de bens e serviços para contratos de exploração e produção anteriores a 2017 — conhecido como “waivers” de conteúdo local. A sugestão foi divulgada na manhã desta segunda-feira pelo diretor-geral a autarquia, Décio Oddone.

A mudança está na parte que trata das unidades estacionárias de produção (UEP), basicamente as plataformas de produção. A proposta anterior previa um índice global de 25% (idêntico ao praticado nas regras dos leilões realizados este ano). A nova proposta sugere a divisão desse segmento em três subgrupos (engenharia, máquinas e equipamentos, e construção, integração e montagem), todos com exigência de 40%.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e Itaboraí alerta para uma pegadinha que pode levar os estaleiros brasileiros à quebradeira. "Quando se fala em divisão por segmentos e deixa de fora a construção de cascos dos navios-plataformas e isso vai provocar um desmonte dos estaleiros que construíram diques gigantes. A medida ainda permite um retrocesso de 20 anos quando o Brasil construía módulos de plataforma em qualquer canteiro e comprava cascos velhos e usados de outros países para operar nas bacias do petróleo brasileiro", afirma Edson Rocha, presidente do Sindicato e membro do Fundo de Marinha Mercante, responsável por financiar a construção de navios no país.

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Para sacar FGTS é necessária a chave de identificação

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Para que os saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), depositados pelos Estaleiros Eisa Petro Um e Mauá após vários pedidos do Sindicato, os trabalhadores devem solicitar as chaves que deverão ser apresentadas no banco.

As chaves poderão ser solicitadas junto ao RH do Estaleiro através do email Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

 

Vale lembrar que cada razão social deve ter uma chave de identificação, ou seja, uma chave para o Estaleiro Eisa Petro Um e outra pelo Mauá.

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Justiça reafirma reintegrações no Eisa Petro Um (Mauá)

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Um oficial de justiça foi até o estaleiro Mauá (Eisa Petro Um), nesta terça-feira (07/11) para efetivar a reintegração de alguns dirigentes sindicais conforme decisão da 3ª Vara do Trabalho de Niterói e confirmada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT). A medida obriga a empresa a cumprir a sentença.

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Mauá deposita FGTS atrasado dos trabalhadores da ativa e demitidos

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Após vários pedidos do Sindicato e processos judiciais, enfim os trabalhadores demitidos pelos Estaleiros Eisa Petro Um e Mauá terão uma boa notícia. O estaleiro regularizou os depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e os parcelamentos, após aderir ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT).

Com isso, os trabalhadores que ainda tiverem saldo no FGTS poderão sacar os valores ainda no mês de novembro, a partir do dia 27/11. Estima-se que cerca de três mil metalúrgicos possuam algum saldo.

Vale ressaltar que apenas os atrasados do FGTS foram depositados. Esses valores NÃO contemplam as multas dos 40% por conta das demissões.

Como sacar?

Cartão Cidadão: quem tiver o cartão cidadão pode sacar direto na Caixa Econômica, vale lembrar que o saque com o cartão e senha tem um teto limite que é de R$ 3 mil para saque no autoatendimento, lotéricas e correspondentes Caixa.

 

Chave de Conectividade Social: os trabalhadores que necessitarem da chave para efetuar o saque, devem procurar o estaleiro a partir do dia 27/11.

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10 de novembro: Dia Nacional de Paralisação e Luta

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No dia 11 de novembro, entrará em vigor a Reforma Trabalhista, uma dos maiores ataques aos direitos da classe trabalhadora. Um dia antes, 10, a CUT e demais centrais sindicais organizam o "Dia Nacional de Paralisação", que pretende denunciar os retrocessos promovidos pelo governo ilegítimo de Michel Temer. 

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